3 de mar. de 2016
Dark Souls 3 é o elo que une todos os games da franquia; leia impressões
Desde a última vez que testamos Dark Souls 3, no meio do ano passado, o jogo dava indícios de que seria uma mescla dos combates dos games anteriores com o patamar gráfico alcançado em Bloodborne. O game, que é uma evolução do conceito da franquia, segundo o criador Hidetaka Miyazaki, também parece interligar os sutis elementos que dão corpo a saga.
Em um evento para a imprensa realizado pela Bandai Namco na última segunda-feira (29), jogamos a primeira parte do game, em uma build visivelmente mais completa do que a testada na Gamescom 2015 e, aparentemente, bem próxima da versão final, que chega em 12 de abril para PlayStation 4, Xbox One e PC. Logo no começo, uma face conhecida dá o tom do game: Andre of Astora, o ferreiro do primeiro Dark Souls, empresta suas habilidades para forjar armas no Santuário do Elo de Fogo, a área central do game e onde se passa o tutorial.
A familiaridade, claro, também se mistura com o novo. Desde a revelação do game, a From Software têm enfatizado como novidade os inimigos que se transformam no meio da luta, e isso já é mostrado no primeiro chefe, Iudex Gundyr, que jaz na porta do Santuário do Elo de Fogo: um cavaleiro gigante cuja parte superior do corpo dá lugar a uma massa negra e disforme, com um braço esquelético, quando sua barra de vida chega na metade final.
Gundyr oferece desafio, especialmente para quem não joga Souls com tanta frequência (como é o meu caso), mas quem estava mais familiarizado com a franquia conseguiu vencê-lo com certa facilidade. O mesmo não pode ser dito, entretanto, de um inimigo que ficava na parte de trás do Santuário, escondido em um caminho opcional. Um inimigo aparentemente comum, que luta usando uma posição de iai (na qual a espada fica embainhada até a hora de aplicar o golpe), torturou praticamente todos os presentes no teste, sendo mais forte do que o próprio chefe inicial.
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