A atualização de firmware 3.50 do PlayStation 4, conhecida como Musashi, terá inúmeras novidades. A maior delas é a expansão do Remote Play, que além de permitir jogar games do PS4 no PS Vita e o Xperia Z5 por streaming, agora permite jogar tudo no PC e Mac.
Também será possível ser notificado de quando um amigo ficar online ou offline, algo parecido do que acontecia no PlayStation 3. A criação de eventos e o upload de vídeos no DailyMotion estão entre as novidades do 3.5, que entra em teste fechado no dia 2 de março.
Ainda não há uma data oficial para a atualização.
Oh Cara
Quem é o cara? Você é o cara!
3 de mar. de 2016
One Piece Burning Blood tem combate em trios e segue de perto o mangá
Nem só de Naruto vive o mundo dos jogos inspirados em animes. A Bandai Namco fez questão de comprovar isso na segunda-feira (29), num evento dedicado à imprensa, e que serviu para a apresentação do seu lineup para o ano de 2016.
Fomos apresentados a jogos que ainda não foram lançados nem no Japão, o que demonstra os novos tempos de pensamento global, já que esse tipo de jogo dificilmente é pensado para um público fora do Japão. Algumas coisas, no entanto, como o novo Jojo's Bizarre Adventure: Eyes of Heaven, God Eater Resurrection e Mobile Suit Gundam Extreme VS. Force estavam sendo demonstrados em suas versões originais japonessas já publicadas por lá. O que não é ruim, pois já sabemos como será o resultado final.
Seguindo a ordem do que estamos mais acostumado a encontrar via streamings oficiais de animes, One Piece Burning Blood e Jojo's eram os porta vozes do gênero no evento. Burning Blood, que será lançado no dia 3 de junho, estava presente em uma versão demo com poucos personagens: Luffy, Zoro, Franky, Sabo, Ace, Crocodile, Kuzan e o novato Bartolomeo, personagem dos arcos mais recentes e que debuta em um jogo de videogame.
Similaridades com J-Stars Victory VS+ não são meras coincidências. A produção de ambos ficou à cargo da Spike Chunsoft, que evoluiu o sistema de combate encontrado no crossover entre heróis da Shonen Jump, mas não o suficiente para melhorar todos os problemas da versão passada. Mas por se tratar de uma demonstração, a esperança é a última a morrer.
O combate é um pouco decepcionante. São quatro botões, dois de ataque, um para pular e outro para defender. Segurando o L1 é possível acionar uma aba de golpes especiais (três para cada personagem). O R1 aciona o poder especial de cada um, e ele varia entre os Akuma no Mi (as frutas que dão poderes aos personagens de One Piece) ou Haki (energia que reside nos seres vivos e encontrada em diversos tipos), tudo com muito embasamento no mangá, o que é bom.
Um botão especial realiza a troca entre lutadores durante a partida. Se estiver com dois níveis da barra de especial cheios, é possível trocar durante o combo adversário, evitando danos maiores. Ataques conjuntos também são realizados com auxílio da barra, e quando ela alcança o nível máximo, você transforma seu personagem com o R3. Pressionando uma segunda vez, é acionado o ataque especial secreto cheio de animações e tudo mais.
Bastante diferente do jogo lançado em 2013, Jojo's Bizarre Adventure: Eyes of Heaven apresenta um combate cheio de situações bizarras, mapas gigantescos e uma infinidade de personagens que englobam quase 30 anos de histórias ininterruptas. A Cyberconnect 2 reinventou o jogo por completo e inseriu elementos que o fazem único.
À primeira vista é tudo muito estranho, principalmente com os cenários que mais pareciam fases de jogos de plataforma. Não raro eram os casos de precisarmos realizar objetivos secretos no mapa, seja para destravar sequências animadas ou mesmo para aumentar o poder de dano do seu personagem. Mesmo completamente em japonês, era fácil ser guiado pela memória de certos capítulos do mangá (e anime) para acionar esses momentos especiais.
Dark Souls 3 é o elo que une todos os games da franquia; leia impressões
Desde a última vez que testamos Dark Souls 3, no meio do ano passado, o jogo dava indícios de que seria uma mescla dos combates dos games anteriores com o patamar gráfico alcançado em Bloodborne. O game, que é uma evolução do conceito da franquia, segundo o criador Hidetaka Miyazaki, também parece interligar os sutis elementos que dão corpo a saga.
Em um evento para a imprensa realizado pela Bandai Namco na última segunda-feira (29), jogamos a primeira parte do game, em uma build visivelmente mais completa do que a testada na Gamescom 2015 e, aparentemente, bem próxima da versão final, que chega em 12 de abril para PlayStation 4, Xbox One e PC. Logo no começo, uma face conhecida dá o tom do game: Andre of Astora, o ferreiro do primeiro Dark Souls, empresta suas habilidades para forjar armas no Santuário do Elo de Fogo, a área central do game e onde se passa o tutorial.
A familiaridade, claro, também se mistura com o novo. Desde a revelação do game, a From Software têm enfatizado como novidade os inimigos que se transformam no meio da luta, e isso já é mostrado no primeiro chefe, Iudex Gundyr, que jaz na porta do Santuário do Elo de Fogo: um cavaleiro gigante cuja parte superior do corpo dá lugar a uma massa negra e disforme, com um braço esquelético, quando sua barra de vida chega na metade final.
Gundyr oferece desafio, especialmente para quem não joga Souls com tanta frequência (como é o meu caso), mas quem estava mais familiarizado com a franquia conseguiu vencê-lo com certa facilidade. O mesmo não pode ser dito, entretanto, de um inimigo que ficava na parte de trás do Santuário, escondido em um caminho opcional. Um inimigo aparentemente comum, que luta usando uma posição de iai (na qual a espada fica embainhada até a hora de aplicar o golpe), torturou praticamente todos os presentes no teste, sendo mais forte do que o próprio chefe inicial.
Capitão América: Guerra Civil – Filme terá tom mais agressivo que ‘O Soldado Invernal’!
Para Capitão América: Guerra Civil, os Irmãos Russo estarão dobrando a escala do que fizeram, com sucesso, em 2014, com Capitão América: O Soldado Invernal. Em entrevista, os diretores, que também ficaram responsáveis pelo próximo filme dos Vingadores, Guerra Infinita: Parte 1 e 2, falaram sobre o tom do filme e a participação de Bucky Barnes.
“Nós realmente fizemos uma reinterpretação radical do Capitão América em Soldado Invernal”, disse Joe Russo, de acordo com a Cleveland.com. “Então nós dobramos o tom agressivo e sua execução em Guerra Civil”.
Eles ainda disseram que o Bucky/Soldado Invernal(interpretado por Sebastian Stan), terá um papel fundamental no longa e “o relacionamento entre ele e o Capitão América será melhor explorado“.
Capitão América: Guerra Civil chega aos cinemas em 28 de abril.
Quem é o mais rápido? Flash ou Superman?
Essa pergunta que é o principal motivo de rivalidade entre os fãs dos heróis já despertou a criatividade dos roteiristas da DC Comics, editora que publica os quadrinhos dos dois super-heróis nos Estados Unidos.
De 1967 a 2004, a DC lançou nada menos do que sete edições com histórias em que os dois apressadinhos competem entre si…
Em quatro delas, Flash deixa Superman comendo poeira. Nas outras três, vários imprevistos impedem a definição do vencedor.
Nas vezes em que bateu o Homem de Aço, Flash teve de suar o uniforme vermelho para ultrapassar a linha de chegada na frente, pois as disputas entre os dois foram sempre acirradas.
Por um lado, Flash tem como trunfo, além do slogan “o homem vivo mais rápido do mundo”, uma salada de substâncias químicas que espirraram nele em um laboratório e turbinaram sua velocidade.
Na outra raia, Superman tem uma vantagem considerável: veio de outro planeta. Por não ser humano, ele consegue, por exemplo, sobreviver a temperaturas geladas, enquanto Flash sofre com frio, calor, fome e todas as fraquezas dos reles mortais.
Mesmo assim, Flash conseguiu vencer o kryptoniano. Pelo menos até a próxima corrida…
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